O Ouro ainda é uma boa reserva de valor?

Com a próxima crise global se aproximando, uma das preocupações mais iminentes de qualquer investidor – ou mesmo qualquer pessoa que deseje proteger o seu patrimônio – é sobre a melhor forma de evitar a os efeitos perniciosos de uma queda drástica no crescimento econômico mundial.

Naturalmente, um dos primeiros ativos que vem à mente quando se pensa nessa questão é o ouro, que tradicionalmente sempre foi visto como uma garantia de perpetuação do montante de capital aplicado, pela sua característica de possuir um valor intrínseco, ou seja, um valor que é extraído de si próprio. Mas será que, nos dias atuais, o ouro ainda é uma boa reserva de valor?

 

A história do ouro

            Historicamente, a função do ouro primordial ao longo da maior parte dos últimos séculos foi o de moeda. Devido a uniformidade do minério e sua dificuldade de falsificação, o ouro passa a se tornar a moeda padrão para trocas ao longo do mundo. Desde a antiguidade, mais ou menos por volta do ano de 610 antes de cristo, começam a surgir as primeiras moedas cunhadas inteiramente em ouro.

Padrão ouro     Devido a dificuldade no transporte de grandes quantidades de ouro e o risco envolvido, a partir da idade média cria-se o costume de depositar o ouro nos cofres de bancos e receber, em troca, uma espécie de recibo, que dava ao portador o direito de sacar aquela mesma quantidade de ouro depositada em outra unidade daquela mesma Instituição financeira.

Com o passar dos séculos, essa prática se torna tão comum que as pessoas passam a utilizar os próprios recibos como moeda de troca, já que não fazia mais sentido substituir o papel por ouro a cada transação se a pessoa na outra ponta da troca ia fazer o mesmo futuramente, depositando o ouro para receber o seu recibo e depois entregando o recibo para receber o ouro quando quisesse realizar alguma troca.

Assim, surge a primeira versão do papel moeda, como que por puro acidente. Quando os governos passam a emitir os seus próprios papéis moeda, estes deveriam continuar possuindo uma quantidade em ouro equivalente que iria lastrear o valor daquela emissão de moeda, o famoso Padrão ouro que, infelizmente, já não existe mais, o que permite que governos ao redor do mundo possam literalmente utilizar a inflação como fonte de receita ao emitir moeda indiscriminadamente para fazer frente aos seus custos.

O Padrão ouro começa a ser enfraquecido a partir da I Guerra mundial, devido a intensiva necessidade de capital para sustentar os esforços de guerra, que fez com que os países envolvidos passassem a emitir moeda sem lastro, abrindo um perigoso precedente que acabou culminando no abandono oficial do Padrão ouro na década de 1970.

Em 1946, com o acordo de Bretton Woods, o dólar passa a ter uma certa paridade com ouro. Sob os termos do acordo, os países integrantes passavam a fixar suas taxas de câmbio em função do dólar. Os EUA, por sua vez, estabeleceram que uma onça de ouro (31,4 gramas) valeria U$ 35 dólares. Assim, indiretamente todas as moedas referenciadas em dólar estavam também indiretamente lastreadas em ouro.

Em 1971, o Padrão ouro chega oficialmente ao fim, com o fim da convertibilidade do dólar em ouro e o abandono do acordo de Bretton Woods por parte dos Estados Unidos, em função, principalmente, dos crescentes custos com a Guerra do Vietnã. Com isso, o dólar passa a se tornar uma moeda totalmente fiduciária, ou seja, seu valor derivava agora da confiança dos outros países na solidez da economia americana.

 

Comprar ouro vale a pena?

Sempre que a situação da economia começa a dar sinais de que irá mudar em breve, podendo dar origem a uma possível crise econômica, a tendência natural é que os investidores ao redor do mundo começam a correr atrás de moedas com maior confiabilidade. Como os EUA continuam sendo o maior player no cenário econômico global, os primeiros momentos de um cenário turbulento mostram uma corrida para o dólar. Entretanto, após esse momento inicial, se o cenário permanece turbulento e imprevisível, uma corrida para o ouro se torna cada vez mais iminente.

Mas será que vale a pena compra ouro? Bom, para responder a essa pergunta precisamos considerar primeiro que uma moeda tradicionalmente precisa possuir duas propriedades:

– Padrão de troca

– Reserva de valor

O Ouro, apesar do que muitos pensam, é atualmente um péssimo meio de troca, já que a sua forma de armazenamento, geralmente em barras de ouro, torna-o virtualmente indivisível, dificultando as transações comuns.

Por outro lado, o ouro continua sendo uma excelente reserva de valor, já que continua possuindo as características de raridade, durabilidade, fungibilidade, facilidade de identificação e consequente dificuldade de falsificação que foram as razões pelas quais o ouro se tornou a primeira moeda padrão de troca da história em primeiro lugar.

Entretanto, o investidor que pretende aplicar seu dinheiro em ouro precisa ter consciência de que ele não é uma boa opção de investimento, mas somente uma reserva de valor, pois não existe uma tendência de subida constante no preço do ouro a longo prazo para que este possa ser uma boa escolha de investimento.

De fato, o ouro é um ativo relativamente volátil, o que o torna uma opção excelente para especuladores, mas não para investidores. Essa volatilidade, entretanto, é bem menor do que as possíveis perdas em uma depressão econômica de grande monta, garantindo assim a sua propriedade de reserva de valor em momentos de crise.

É uma boa ideia investir na Vale?

Ações da Vale

Será que Investir na Vale é uma boa ideia?

Já houve tempos em que fazer tal pergunta seria uma espécie de heresia. Em 2011, por exemplo, a companhia contabilizava uma valorização acima de 800% num período de 10 anos. Isso, após a crise de 2008/09.

Porém, desde a fatídica queda do preço das commodities em 2013, que abalou fortemente o Brasil, econômica e politicamente, com a queda pela metade da cotação do minério de ferro, principal produto da companhia, que produz o melhor ferro do mundo, uma série de episódios abalaram a confiança em seu futuro.

Desde então, duas tragédias ambientais, decorrentes de graves omissões da Vale, Mariana e Brumadinho, abalaram fortemente a confiança dos investidores. Após a queda da barragem de Brumadinho, a empresa perdeu 25% do seu valor de mercado, de R$ 296 bilhões para R$ 223,4 bilhões. Toda essa perda aconteceu só em 2018.

Antes da queda de Brumadinho, a cotação das ações da Vale na B3 chegou a R$ 56,15. Em 8 de agosto de 2019, a ação era negociada na casa dos R$ 47,00.

Há alguns analistas que avaliam que o preço justo da ação pode ser superior a R$ 80,00, que pode ser alcançado em 2020.

É preciso explicar que esses analistas se baseiam em fatos até consistentes, uma vez que a companhia e o mercado terão tido tempo para assimilar os enormes passivos contraídos em função da sequência de tragédias.

Recentemente, a companhia sofreu bloqueios judiciais de R$ 11 bilhões, referente a indenizações pela tragédia de Brumadinho. Além dos R$ 11 bilhões, a Vale foi condenada a pagar mais R$ 1,6 bilhão para indenização e assistência aos empregados e terceirizados que trabalhavam no Córrego do Feijão.

A companhia retraiu seus investimentos em 2018 em 1,64% e, para agravar o clima de desconfiança, anunciou que não pagará dividendos aos acionistas no final daquele ano. Trata-se de uma medida de cautela e prevenção, o que gera ainda mais desconfiança quanto ao destino da companhia.

Os dividendos pagos pela Vale eram um dos grandes atrativos para os investidores. Em 2018, antes da suspensão do pagamento de proventos, a companhia pagou R$ 13 bilhões, um dos maiores valores históricos.

 

O que pode acontecer no futuro da Vale?

 

O que pode acontecer com o futuro? Essa é a pergunta que todo investidor deve fazer antes de tomar uma decisão sobre investir ou não na Vale.

Em primeiro lugar, vamos um pouco mais fundo nas más notícias. Na primeira semana de agosto, as ações da Vale tiveram queda na casa dos 3,5%. A razão foi o nervosismo dos investidores com as retaliações da China aos produtos agrícolas dos Estados Unidos.

Você deve estar se perguntando que relação tem isso com uma empresa mineradora do Brasil. Pois é, podemos imaginar milhões de cenários, por exemplo, a partir do alinhamento político do Brasil com os Estados Unidos ou do abalo que a economia estadunidense sofreria com a redução das exportações para a China, provocando um efeito em cadeia, que poderia afetar o preço do dólar, etc, etc.

acoes da vale

É verdade que, como exportadora de minérios, líder em ferro e níquel no mercado mundial, a Vale está fortemente sujeita aos movimentos causados pelas decisões políticas e reviravoltas econômicas no cenário internacional. Isso fará, fatalmente, com que as suas ações oscilem fortemente ao sabor das intempéries.

 

Como sempre dizemos aqui, tudo isso é muito importante, mas importante mesmo é a solidez da companhia. Nessa hora, devemos olhar outros dados do mundo real, só que bem mais realistas. A companhia obteve lucro de R$ 6,86 bilhões em 2018, superando em 24,6% o lucro obtido em 2017. Quanto às receitas da companhia, cresceram 7,7% no mesmo período.

Nesse mundo mais realista, a Vale, no final de 2018, comprou a New Steel, cujo negócio é o desenvolvimento de tecnologias inovadoras para o beneficiamento de minério de ferro. A lógica do negócio é aumentar a produção de minérios menos poluentes, de melhor qualidade. O investimento de R$ 1,95 bilhão tem destino certo: o mercado Chinês. É que a China vem investindo no combate a poluição, o que significa comprar minério de melhor qualidade para sua indústria.

O setor mineral passa longe de atender exclusivamente à produção de combustível para a indústria. O níquel, metal em que a Vale é líder mundial, está presente no recobrimento de outros metais, em ligas metálicas, baterias, em vidros e na produção do pó de níquel.

Os investimentos da Vale vão além dos minérios. A empresa desenvolve estruturas de logística em vários países onde atua, como Brasil, Moçambique, Indonésia, Argentina e Filipinas. Uma das joias da coroa é o navio Valemax, um dos maiores mineraleiros do mundo. Toda essa estrutura integra o patrimônio da companhia.

 

Vale a pena investir?

 

A grande verdade é que, no mundo real, a empresa vai bem. Não é por outra razão que alguns analistas preveem que as ações da companhia decolem, no mínimo, para o patamar de janeiro de 2018, antes de Brumadinho.

Podemos dizer, portanto, que há bons indicadores de que as ações da companhia recuperarão, pelo menos, parte do seu valor. A questão toda é a relacionada aos dividendos. Dificilmente, um investidor de longo prazo fará uma compra sem levar em conta os proventos pagos pela empresa. Nesse caso, devemos ficar tranquilos quanto a determinadas medidas. Elas devem ser temporárias, até porque a própria legislação obriga as empresas a pagarem pelo menos 25% dos lucros em dividendos.

De qualquer forma, a cautela é recomendada nessa hora. Com a tensão econômica entre China e EUA e o Brasil atolado, sem que a economia saia do lugar, é sempre bom lembrar que as ações alcançaram patamar próximo aos R$ 14,00 em 2016. O melhor, para quem pretende investir no longo prazo, é esperar todo esse caminho mostrar onde vai dar.

O que são commodities?

Commodities

Você sabe o que são commodities? Alguma vez você pensou que é possível investir nelas?

Vamos por partes.

Você já deve ter ouvido falar em valor agregado. O que diferencia um produto do outro é o valor agregado, podendo ser esse valor material ou intrínseco. Produtos tecnológicos são produtos com alto valor agregado, pois passam por um processo de fabricação complexo, de modo a construir atributos e funcionalidades de alto valor para os consumidores.

As commodities também possuem alto valor para os consumidores e para a indústria, mas baixo valor agregado, pois são produtos de origem primária, como petróleo, arroz, minério bruto, carne, leite, etc.

Quanto menos processos sejam necessários até um produto chegar à sua forma comercializável, mais próximo ele está de ser uma commodities.

commodities

Apesar disso, você já deve ter ouvido falar que os serviços dos bancos se transformaram em “verdadeiras commodities”. Isso acontece porque muitas vezes chaga-se a um ponto em que as empresas de um determinado setor não conseguem mais diferenciar seus serviços. Pense bem, como é que você percebe a diferença entre um seguro e outro?

Da mesma forma, é comum você chegar ao supermercado e se deparar com diversas marcas de arroz, sendo que, muitas vezes, umas são mais caras que as outras. Como é que elas se diferenciam? Muito provavelmente, pela marca. A marca é um diferencial competitivo, pois transmite confiança e credibilidade.

No nosso caso, estamos falando de um tipo diferente de transação comercial, que inclui grandes volumes de unidades de produtos primários. Não se trata do arroz na prateleira, mas do arroz que vai ser exportado para outros países. Quando um país da Europa decide importar arroz ou milho de outros países, qual seria o critério definitivo para ele decidir de qual parceiro comercial comprar?

Evidentemente, o critério principal é o custo de aquisição, que envolve o preço do produto, propriamente, o custo com impostos e o custo com logística. Por que funciona assim? Porque arroz é, basicamente, a mesma coisa em qualquer lugar, sobretudo quando temos grandes produtores dominando técnicas de plantio e cultivo que estão universalizadas.

Assim são as commodities. São produtos de baixo ou nenhum valor agregado, em que não há diferenças perceptíveis. É o caso da cana de açúcar, café, trigo, carvão, ferro, etc. Observe que, normalmente, as commodities são produtos primários relacionados a alimentação, energia e indústria.

 

O que define o preço das commodities?

 

Você já deve ter ouvido ou lido no noticiário que o barril do petróleo está custando “X” dólares. Deve ter reparado que, quando falamos em preço do barril de petróleo, estamos nos referindo ao preço internacional, ou, em outras palavras, a todo petróleo que é comercializado no mundo. Essa é uma característica das commodities. Uma commodity custa praticamente o mesmo preço em qualquer lugar.

Sim, mas o que determina esse preço quase único? É muito simples. É bem possível que você se lembre da crise econômica que se abateu sobre o Brasil em 2013 e 2014. O que houve, na ocasião, foi, entre outros fatores, uma desaceleração do crescimento da economia chinesa. A consequência foi a queda do preço das commodities, decorrente da retração da demanda internacional por elas. Para você ter uma ideia, o preço do ferro no mercado internacional chegou a cair pela metade.

Muitos outros produtos tiveram queda como consequência da retração da demanda. O que aconteceu foi que os exportadores mundiais de commodities passaram a concorrer por demandas menores. Lei básica da economia: redução da demanda x manutenção da oferta no mesmo patamar = queda dos preços.

 

Como o país tinha sua economia fortemente dependente da produção e exportação de commodities, acabou balançando, reduzindo a geração de caixa.

 

Você percebeu a importância das commodities para a economia mundial?

 

Vamos a outro exemplo que pode nos ajudar bastante com a compreensão do tema, até ampliando um pouco o nosso escopo. Você deve estar lembrado da crise do petróleo em 2015. O preço do barril despencou a menos da metade do que vinha sendo negociado.

 

A crise abalou as estruturas da Petrobras e colocou a política do governo em xeque. Na ocasião, o Brasil subsidiava os preços internos com o lucro obtido com as exportações, sendo essa uma das políticas para a aceleração do crescimento da economia. Porém, a Petrobras acabou sendo obrigada a aumentar o preço dos combustíveis internamente para suprir a perda com as exportações.

A reação foi em cadeia. Além do agravamento da crise política, o custo da economia interna aumentou, reduzindo margens e abalando a cotação de diversas empresas na B3. No final do ano, o índice Ibovespa cairia 13,3%.

É importante que você tenha uma percepção bem clara da importância das commodities e das estratégias que você precisa seguir para investir no mercado futuro. Além disso, é importante perceber como a macroeconomia reage em cadeia, jogando para cima ou para baixo o preço das ações.

 

É possível investir em commodities no mercado financeiro?

 

É possível investir em praticamente tudo no mercado financeiro. Basta que esse praticamente tudo tenha valor e possa render dividendos num futuro próximo ou distante.

Aliás, você já ouviu falar em mercado futuro? Trata-se de um tipo de operação, disponível na Bolsa de Valores, em que você divide oportunidades e riscos relacionados a contratos futuros.

A variável que determina o lucro ou prejuízo do seu investimento é a queda, consolidação ou aumento do preço. Caso você tenha investido num contrato futuro de venda de commodities, você ganha se o preço ficar dentro do previsto ou se ele subir e perde se o preço cair.

Por isso é importante que você tenha informações técnicas e fidedignas do mercado futuro. É preciso que o investidor domine os cenários futuros. Não basta investir numa commodity que esteja com o preço em alta no presente. É preciso saber se a tendência é de que esse preço se mantenha no futuro. Razão pela qual é preciso ter um panorama da política e da economia internacional.

No mercado de commodities você entra como uma espécie de fiador do vendedor. O propósito é reduzir os riscos para o produtor de uma queda abrupta no preço da referida commodity. Assim, o mercado futuro funciona como uma espécie de garantia para atenuar as perdas do produtor. Em troca, ele concede parte dos lucros obtidos com a variação positiva de preço aos investidores.

Para tornar o investimento possível, você deposita a chamada margem de garantia, que é o valor que pode ser debitado de sua conta na corretora de valores caso haja prejuízo na operação. Essa garantia não precisa ser necessariamente em dinheiro, podendo ser empenhadas ações e outros ativos.

A lógica é muito parecida com a compra e venda de ações. No mercado futuro você compra opções e divide com o produtor o lucro ou o prejuízo decorrente da variação de preço.

Como se trata de uma operação bastante complexa, que requer grande habilidade do investidor, a opção é aderir aos fundos de capital protegido, que combinam investimentos em renda fixa, de baixo risco, com investimento em commodities.

Além de fazer a gestão de risco na composição da carteira de investimentos, o gestor do fundo terá conhecimento e habilidades comprovadas no trato com o mercado de commodities, para operacionalizar a carteira e encontrar as melhores oportunidades.

Investimento em commodities

Principais commodities brasileiras

 

Confira quais são as principais commodities brasileiras:

 

– ouro;

 

– proteína animal;

 

– soja;

 

– trigo;

 

– laranja;

 

– petróleo;

 

– minério de ferro.

 

O fato de serem produtos altamente competitivos não garante lucratividade no mercado de vendas futuras.

Portanto, antes de investir em qualquer tipo de commodity, busque informações de especialistas, que levem em conta fatores como:

 

– expectativa de variação de preços no mercado internacional;

 

– planos de concorrentes internacionais de expansão da produção;

 

– tendências de consumo da commodity nos países tradicionalmente compradores;

 

– possíveis consequências de crises políticas no consumo internacional;

 

– poder de regulação dos preços por países ou conglomerados econômicos, como a OPEP;

 

– etc.

 

Focamos, basicamente, em matérias primas, mas há outras formas de commodities, como, por exemplo, as financeiras. É o caso das moedas, que são negociadas por uma cotação internacional, caso do euro e do dólar. O mesmo acontece com os títulos do Tesouro e índice Bovespa.