Onde investir com a SELIC em baixa

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A queda da inflação fez com que a taxa SELIC, que é a taxa básica de juros, também caísse e isso desesperou muita gente que investe em renda fixa, que é um dos melhores investimentos para quem está começando agora e é um micro investidor. Porém, apesar da queda, o cenário não é tão catastrófico quanto a maioria das pessoas imagina.

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Os investimentos em renda fixa funcionam de maneira diferente dos investimentos em ações na bolsa de valores e grande parte das pessoas acha que tudo é a mesma coisa e por isso entra em colapso quando algo assim acontece, o que as impede de enxergar a oportunidade que esse momento proporciona.

A diminuição da SELIC não significa perda de dinheiro para quem investe em renda fixa, pois como a inflação também diminuiu bastante, os juros reais em cima do investimento acabaram sendo maiores, já que a diferença entre os dois está maior. Então, agora que você já sabe que renda fixa continua sendo uma boa opção, onde investir?

Lembre-se que tudo depende do seu prazo de investimento, então se você precisa de uma rentabilidade de curto a médio prazo, o Tesouro SELIC continua sendo um bom investimento para você, pois ele vai continuar rendendo acima da inflação. Porém, se você tiver um capital considerável para investir em um prazo bem maior, pode escolher um Tesouro com 10, 20 anos de prazo, pois o seu ganho será bem maior em cima dos juros compostos que vão fazer o seu dinheiro render.

A dica que o Mago do Mercado dá para que você não caia nas ciladas de acreditar em tudo o que as pessoas falam sem saber sobre a queda da SELIC é que você estude e não se deixe levar pela maioria, e se você quiser entender tudo o que é necessário para ser um investidor, Saiba mais aqui!

Motivos para investir no exterior

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Você sabia que é possível investir em ações no exterior sem sair de casa, com pouco dinheiro e de maneira legal? Sim, é possível, e esse post do Mago do Mercado vai te explicar os motivos que vão te levar a investir lá fora.

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Um dos fatores mais importantes para que você consiga ser um investidor bem-sucedido e ser financeiramente independente é a diversificação da sua carteira de investimentos e, para isso, é importante que você tenha uma boa locação dos seus ativos, ou seja, quanto mais variado for o seu portfólio, melhor para você, então é fundamental ter dentro da sua carteira de ações alguns investimentos em ativos no exterior.

Investir no exterior também reduz o risco da sua carteira, pois conforme dito no parágrafo acima, quanto mais diversificada ela for, melhor para o investidor porque isso a torna menos volátil do que as carteiras de investimento que não possuem uma grande variedade de classes de ativos, e já explicamos que uma carteira diversificada deve contar com investimentos lá fora.

Além disso, ao investir no exterior, você equilibra automaticamente o balanceamento entre os seus ativos e os seus passivos, pois praticamente todos os nossos gastos estão vinculados ao dólar, que é uma moeda muito forte, e se você não investe no exterior, todos os seus ativos estão vinculados ao real, ou seja, no final, a conta não bate porque o dólar é muito mais valorizado, então se você investir lá fora, você consegue equilibrar esse saldo, ou pelo menos uma parte dele.

Essas são as principais razões que vão te levar a considerar investir em ações fora do país, pois essas ações precisam fazer parte do portfólio de ativos de quem quer conquistar a independência financeira por meio dos investimentos.

A importância do longo prazo nos investimentos

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Quando falamos de investimentos, de maneira geral, existe um fator primordial para que você consiga alcançar o sucesso e, consequentemente, a sua tão sonhada independência financeira: o seu horizonte temporal. Nunca ouviu falar nessa expressão? Não se desespere, pois o Mago do mercado vai te explicar o que é isso e qual a importância desse fator nos investimentos.

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O horizonte temporal nada mais é do que o prazo que você tem para deixar o seu dinheiro investido. Quanto maior for esse prazo, mais o seu dinheiro vai render por conta de uma coisa chamada juros compostos, que são os juros sobre juros. Ou seja, quanto mais tempo você deixa o seu dinheiro investido, mais juros incidem sobre ele, fazendo com que o montante inicial cresça exponencialmente.

Nós já falamos em outros posts que existem investimentos a curto prazo, mas esse não é o melhor caminho para quem quer viver dos rendimentos dos investimentos, pois é preciso tempo para que você veja o seu dinheiro crescer.

Agora que você já sabe que são os investimentos a longo prazo que vão te dar o retorno e a estabilidade financeira que você espera, é preciso que você se prepare para poder investir, pois para que você consiga reduzir o tempo desse investimento, é bom que você tenha uma boa quantia inicial para começar a investir e mantenha uma constância no seu investimento mensal, pois quanto mais dinheiro você aplicar, maior será o retorno.

Então, encontre meios de conseguir economizar um montante alto para investir e se programe para ter uma quantia mensal para aplicar nesse investimento de modo que isso também não altere muito o seu padrão de vida, e não se esqueça de investir na sua educação financeira, pois quanto mais acesso às informações do mercado financeiro você tiver, mais fácil será essa trajetória.

Os riscos de investir em ações

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Muitas pessoas têm medo de perder todo o seu dinheiro investindo em ações na bolsa de valores, mas não entendem como ela funciona. Costuma-se dizer que ” a bolsa de valores é arriscada”, “investir em ações oferece muito risco” e uma série de outros bordões utilizados pelas pessoas para se referir ao mercado de ações. Entretanto, você deve se perguntar, quais são esses riscos de verdade? Será que são imprevisíveis e incontroláveis? Para poder investir com eficiência em ações o primeiro passo é entender com precisão quais são os riscos envolvidos na compra de ações e como melhor lidar com eles.

Por isso, vamos falar aqui no post de hoje sobre os reais riscos que esse investimento oferece para que você saiba mais sobre eles e não seja pego de surpresa no mercado.

Primeiramente, todo investimento que oferece um bom retorno apresenta riscos e é importante ter isso em mente, pois para investir em ações você precisa aceitar isso e entender quais são esses riscos. Existem dois fatores que influenciam diretamente os riscos em uma ação: a variabilidade do retorno do investimento e a previsibilidade dele.

riscos de investir em ações

Quanto maior a variabilidade, ou seja o quão volátil é o investimento, maior o risco do investimento, assim como quanto maior a imprevisibilidade desse investimento, maior será o risco dele. Esses são os fatores gerais que determinam o risco de uma ação, mas existem uma série de fatores mais específicos que você precisa considerar para entender os riscos do mercado a fundo. Nesse sentido, os riscos corridos ao investir podem ser separados em pelo menos 4 tipos diferentes: Riscos de mercado, riscos da empresa, riscos de liquidez e riscos causados pelo governo. Vamos agora falar de modo mais completo a respeito de cada um.

Riscos de mercado

           O que chamamos de riscos de mercado se referem a algum acontecimento inesperado, podendo ele ser relacionado a um setor específico ou a economia como um todo, que cause uma queda no preço de alguma ação ou grupos de ações. Por exemplo, a notícia de que uma empresa acabou de receber um investimento milionário no setor de tecnologia pode impactar as ações de empresas que atuem no mesmo setor ou ofereçam produtos alternativos (que resolvem o mesmo problema mas de um modo diferente) Outra possibilidade é o surgimento de um novo concorrente em um mercado que até então era dominado por uma ou algumas poucas empresas que até aquele momento possuíam um diferencial competitivo que esta se esvaindo, como é o caso do Uber no início comparativamente com o momento atual. 

           A principal proteção do investidor contra esse tipo de risco é ter uma gestão de risco eficiente, que considere não só a volatilidade da ação específica mas também impactos externos.

Risco da empresa/negócio

            Essa é a forma mais clássica de risco e em geral é o que as pessoas se referem quando dizem que “ações são arriscadas”. Risco da empresa é o risco de ocorrer algo no contexto de uma única empresa que pode prejudicar quem investe nela, como pro exemplo a falência da empresa, em casos mais graves. Outros exemplos desse tipo de risco é a saída de algum executivo importante ou um funcionário chave que vinha sendo essencial para os resultados da empresa. 

            Outro tipo de risco bastante associado a esse é o chamado risco do negócio que é o risco essencial de toda empresa: ser superada definitivamente pelos seus concorrentes.

Risco de liquidez

      Risco de liquidez é o risco que você corre de não conseguir se desfazer de alguma ação no tempo necessário, obrigando-o a aceitar preços cada vez mais baixos na venda dessa ação e acumular perdas cada vez maiores.

       Esse risco geralmente vai estar presente quando você negocia com ações de empresas menores, que naturalmente possuem um volume de negociação menor. Entretanto, em uma crise suficientemente forte é possível que haja esse risco mesmo com as ações de grande volume de negociação, haja vista que a maioria dos investidores estará tentando sair do mercado, faltando compradores suficientes na outra ponta.

Riscos regulatórios

        É o risco de que o governo crie novas leis e institua algum tipo de regulação mais rígida que impeça ou gere custos extras para as empresas de um determinado setor específico.

        Pela sua própria natureza, esse tipo de risco é mais comum em setores fortemente regulados, onde não há um livre mercado que permita a entrada e manutenção de novos concorrentes a todo momento.

 

Além desses riscos principais, podemos falar ainda em outros riscos menores, dentre os quais os mais relevantes para a maioria dos investidores é o que se chama de risco da corretora que ocorre quando um investidor identifica uma oportunidade no mercado e aciona a ordem de compra através do Home Broker, porém o sistema trava e a ordem não é concluída, resultando em uma potencial perda de oportunidade caso a previsão do investidor se concretize. 

 

Como se proteger do risco das ações

Dito isso tudo, a questão que fica é: Como se proteger contra todos esses riscos? Estar 100% garantido no mercado de ações é algo que nunca ocorrerá, afinal existe um motivo pelo qual esse tipo de investimento é chamado de renda variável. Entretanto, sabendo como minimizar a sua exposição ao risco sem comprometer excessivamente a possibilidade de lucros é uma das partes mais importantes de uma estratégia de investimentos.

Para começar a se proteger, o primeiro passo é o estudo contínuo sobre o mercado de ações como um todo e sobre as ações que você quer investir. É um trabalho árduo, mas como já falamos em outros posts aqui do blog, ninguém consegue alcançar o sucesso sem se dedicar.

A par de um conhecimento mínimo sobre o mercado e alguns fatores macroeconômicos que podem afetá-lo, ter uma forte estratégia de gestão de risco é essencial para que você se mantenha investindo a longo prazo.

Uma ótima forma de você aprender esses artifícios do mercado financeiro é por meio de livros e biografias de investidores de sucesso que ensinam como chegar ao seu objetivo. Um desses livros é o Pai Rico, Pai Pobre, que para os iniciantes no mercado é um ótimo livro e de fácil leitura para que você comece a entender as ideias centrais por trás do bom investimento de uma maneira geral.